“Das 1952 bactérias, conseguimos atribuir 98% e 94%, respetivamente, ao filo e à classe, e 91% a uma ordem conhecida. Curiosamente, 26% não foram atribuídas a uma família e quase metade (40%) não foram classificadas com um género conhecido”, explicita o artigo científico sobre o trabalho publicado na revista Nature. Estes resultados mostram que uma percentagem significativa destes microorganismos ainda desconhecidos pode pertencer a novas famílias e novos géneros, acrescenta o artigo.
“Conhecendo todas as espécies pertencentes ao microbioma intestinal, podemos fazer estudos com muito mais precisão. Se certas bactérias (até agora por identificar) estão associadas a determinadas doenças, temos agora um mapa (uma referência) que podemos usar para as identificar”, explica Alexandre Almeida, mestre em genética forense pela Universidade do Porto e que agora está no Instituto Europeu de Bioinformática........
Fonte - https://www.vitalhealth.pt/saude
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